
«É verdade que a crise actual mostrou como o euro pode servir de protecção, mas há limites.
E foram esses limites que Nova Iorque ultrapassou nos anos 70. Anos de consecutivos de despesas descontroladas, financiadas com o recurso a empréstimos do sector bancário, colocaram a cidade numa posição de endividamento que a uma certa altura se tornou insustentável e em que nem o Governo Federal se quis arriscar.
A ajuda dos professores evitou a falência, mas os custos para a cidade sentiram-se durante anos. Os cortes no orçamento levaram à redução radical das despesas de funcionamento e dos apoios sociais. Nova Iorque tornou-se, durante quase uma década, numa cidade marcada pela pobreza extrema, pelo policiamento insuficiente, pelo lixo abandonado nas ruas e pelo sistema escolar completamente degradado.»
- in Público.
Sem comentários:
Enviar um comentário