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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Todos por um Sahara livre!


«Desencadeado na sequência de reiteradas e inaceitáveis violações da legalidade e dos mais elementares direitos humanos e realizado quando se tentava o reatamento de negociações informais entre a Frente Polisário e o Reino de Marrocos, este ataque - que assumiu tenebrosos contornos e provocou vários mortos e feridos, incluindo crianças e idosos - é um particularmente grave exemplo da política de repressão e de terror de Marrocos e mais uma prova do constante bloqueio das autoridades marroquinas a um verdadeiro e justo processo de paz e de negociação com o povo do Sahara ocidental e os seus legítimos representantes – a Frente Polisário.»

- resto do texto.

sábado, 2 de outubro de 2010

Uma antiga história com fim esperançoso


Já ouvimos esta história várias vezes. E se em diferentes alturas, por vezes com diferentes actores, passou-se muitas vezes no mesmo local.

A história é a seguinte.

Um povo que foi condenado ao capitalismo mais selvagem e a um Estado corrupto e serviçal dos inimigos do povo decidiu que estava na altura de quebrar com esse rumo e elegeu um governo progressista que tem garantido uma série de mudanças anti-neoliberais e de reforço da soberania nacional.

Porque não quis que o seu país fosse teatro das guerras imperialistas, também decidiu expulsar as bases militares da superpotência estrangeira do seu território.

Ora, quem demonstra tamanha audácia e nobreza política, sabe que pode esperar uma réplica a altura de quem depende da servidão de povos inteiros para manter vivos os jogos de dinheiro.

O Império, através da embaixadora Heather Hodges, duas organizações que promovem a "democracia" e muito dinheiro à mistura, foi comprando a lealdade de certos sectores das forças da polícia e da Força Aérea para garantir que tinha mãos que empunhassem as armas da "democracia" e foi adquirindo o "activismo cívico" de algumas organizações políticas (Participación Ciudadana e Pro-justicia), indígenas (CODEMPE, Pachakutik, a CONAIE, a Corporación Empresarial Indígena del Ecuador e a Fundación Qellkaj), movimentos estudantis e até partidos "comunistas" de raíz maoísta e hohxista, o Partido Comunista Marxista-Leninista do Ecuador e o Movimento Popular Democrático.

Utilizando a desculpa de
cortes nos «privilégios ilegítimos da polícia» o Império quis, qual dono de um cinema, repetir o trágico filme a que já assistimos demasiadas vezes: a deposição de um governo progressista e a sua troca por uma escumalhada militar, corporativa e empresarial munidos de um programa de extrema-direita com o intento de esmagar todas as conquistas pelas quais os trabalhadores lutaram.

O líder da oposição, o direitista Lúcio Gutierrez, já se preparava para tomar a governação do Equador pós-golpista.

Só que desta vez a história não teve o fim que o Império desejou.

O presidente Rafael Correa, mesmo convalescendo de uma intervenção médica, resistiu ao cobarde ataque e apelou ao exército e ao povo para proteger a «Constituição e a legalidade» e tanto um como o outro comportaram-se à altura das circunstâncias.

O exército rompeu o cerco policial e resgatou Correa do quartel, o povo saiu às ruas em protesto contra uma acção que sabiam ter intenções anti-populares e por um governo que reconhecem ter respondido a algumas das exigências do povo.

Nas fileiras de apoio a Correa, junto das massas, encontravam-se
militantes e activistas do Partido Comunista do Equador e da Juventude Comunista do Equador, com um espírito de resistência que só os verdadeiros comunistas demonstram nos momentos de maior aperto.

O golpe de estado falhou e redundou em intentona, tal como na Venezuela em 2002 e na Bolívia em 2008.

Fica a mensagem para o Império e os senhores do dinheiro.

A América Latina é cada vez menos o «quintal das traseiras» dos EUA e os povos deste sub-continente aproveitam o actual período histórico para fortalecer a sua soberania.

No entanto há que ressalvar que sendo positivos os processos políticos progressistas a decorrer em vários países latino-americanos, isso não apaga a necessidade da edificação de um regime socialista e da tomada do Estado pela classe trabalhadora de modo a garantir a vitória dos povos sobre a exploração capitalista e as ingerências do Imperialismo.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Cuba alfabetiza 19 200 argentinos

O programa de alfabetização, "Yo, sí puedo" lançado por Cuba na Argentina conseguiu ensinar 19 200 pessoas a ler e escrever.

Reconhecendo a importância da inclusão social num país desfigurado por uma ditadura militar em que o Mercado Livre massacrou o povo durante 17 anos (1966-1983), o programa cubano implentou-se em 10 províncias e 28 municípios, matriculando cerca de 800 mil pessoas.

Claudia Camba, a presidenta da Fundação Un Mundo Mejor es Posible, afirma que nos primeiros tempos do programa, em 2003, eram os cubanos que tinham de ir bater à porta das autoridades municipais e que agora acontece o contrário.

Apesar da boa vontade a falta de atenção dada pelo governo argentino não possibilitou a concretização de melhores resultados.

Cuba vem deste modo provar, mais uma vez, que uma pátria socialista é património e conquista de toda a Humanidade.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Por Cuba!

Em tempos de guerra mediática contra Cuba, é urgente que a verdadeira "comunidade internacional", os povos, assinem o manifesto pela pátria socialista cubana!

quinta-feira, 18 de março de 2010

Há mulheres mais democráticas que outras

O Império, não contente com a limpeza étnica que está a ser cometida no Médio Oriente, está a intensificar a contra-revolução por toda a América Latina.

Após o golpe das Honduras, a chachada das eleições colombianas com a compra maciça de votos, agora é a Revolução Cubana a ser posta em causa pelas Damas de Blanco. Perfila-se mais uma "revolução" às cores? Carolus Wimmer, num artigo para odiario explica que os motins filo-imperialistas apostam em símbolos vagos que apelam a uma certa «inocência» e rebeldia apolítica. O amor pátrio é deixado de lado. Bem à moda liberal.

Mas voltemos ao Dia Internacional da Mulher. Esse dia que nos países capitalistas se aproveita para lançar mais umas quantas publicidades de mulheres bonitas a patrocinar uma mensagem cliché e um qualquer objecto de consumo.


Alguém ouviu falar disto nos media?

sexta-feira, 5 de março de 2010

Os actos falam mais alto que as palavras


Este é o monumento do Renascimento Africano, erigido na capital do Senegal, Dakar. O objectivo do monumento é celebrar a conquista da liberdade e dignidade dos jovens estados africanos e em princípio deverá ser inaugurado dia 10 de Abril.

Agora, adivinhem quem colaborou na construção deste monumento? Um artista pós-moderno? Um escultor das andanças burguesas das noites de Nova Iorque e das capitais da cultura europeia?

Não. Foi o Grupo Mansudae da Coreia do Norte.

Um acto de solidariedade fala mais alto que mil politólogos e economistas liberais.