quinta-feira, 6 de maio de 2010

Quando os trabalhadores se dignificam na luta, a Solidariedade é a Lei Máxima


Trabalhadores asiáticos imigrados na Grécia a protestar nas manifestações populares com o seu sindicato de classe, a Força Militante dos Trabalhadores Gregos (PAME).

O Zé Pagante em Wall Street

À medida que a Moody's vai ameaçando que a notificação da dívida portuguesa pode baixar, surgem os pavores e medos dos "Mercados", esses deuses nebulosos sem cara e escondidos por detrás do nevoeiro da "economia".

Tais medos e pavores em Portugal estão a provocar pulos de alegria nos "States", com o investimento crescente nos títulos de dívida estado-unidense. «A Wall Street vê a dívida dos EUA como um investimento atractivo à luz da instabilidade económica noutros países».

Boa! Não basta termos de aturar o PEC do Sócrates, o neoliberalismo da UE, também temos de encher os bolsos rotos da finança falida dos EUA.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

A Dignidade começa Aqui: Homenagem ao KKE


A Grécia é o país que a burguesia internacional escolheu para atacar a Europa em nome da burguesia euro-americana e do refinanciamento do dólar, moeda caduca que já sacrificou a América Latina e África no Choque de Volcker nos anos 80 e a Ásia na crise asiática de finais dos anos 90.

Agora é a altura dos trabalhadores europeus serem sacrificados para a salvação de umas poucas economias capitalistas ocidentais, viciadas na produção industrial deslocalizada, trabalhadores precários, sector dos serviços e finança especulativa.

A situação social na Grécia intensifica-se e os Papandreous e Karamanlis da política helénica vêm que já não existem possibilidades de estenderem as suas dinastias no futuro. Os trabalhadores gregos começam a consciencializar-se da podridão moral e ética dos comissários políticos da burguesia.

O Partido Comunista Grego (KKE) e o sindicato de classe grego (PAME) não cessa a luta e junta nas suas fileiras trabalhadores nacionais, imigrantes, jovens e velhos e até estudantes, desempregados e reformados. Os próprios sindicatos afectos ao PASOK (no poder) começam a deixar de proteger as costas a Papandreous e a participar na contestação ao plano de austeridade orquestrado pelo governo grego, a UE e o FMI.

Uma forma subtil de racismo começa a formar-se no discurso dos políticos dos media. Que os PIGS (Portugal, Itália, Grécia e Espanha) estão em crise porque os seus trabalhadores são preguiçosos e pouco produtivos, quando os dados mostram que os trabalhadores gregos, portugueses e espanhóis são os que mais horas laboram por ano.

O Presidente grego, Caroulos Papoulias, afirmou que o país está à beira do abismo. Errado. A Grécia que está à beira do abismo é aquela em que os capitalistas rapinam a riqueza criada pelos trabalhadores para a esbanjarem em jogos especulativos nas bolsas de valores, enquanto os políticos pedem «austeridade» a quem menos tem, deixando os ricos impunes.
Os trabalhadores gregos estão a dar uma lição de Dignidade aos povos europeus e o KKE não desiste enquanto todo o PEC grego e intromissão do FMI for erradicada.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Uma simples mas valorosa conquista de Abril

Segundo um estudo da organização Save the Children, Portugal é um melhor país para uma mulher ser mãe do que os Estados Unidos. No que toca a ser-se criança em Portugal, ocupamos a oitava posição.

Cuba é o melhor país para a Maternidade entre os países em desenvolvimento.

Na análise da situação das mães nos diferentes países foi tido em conta dez factores ligados à saúde, economia, educação, política e bem-estar básico dos filhos.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

O Mundo conheceu um Grande Primeiro de Maio

O Primeiro de Maio é uma data cheia de significado para a classe trabalhadora e imbuída de espírito revolucionário. Comemorá-lo é participar na edificação da Sociedade nova, Socialista e Justa. Contudo, este Primeiro de Maio foi pródigo em acções políticas consequentes na marcha para esse novo mundo mais justo.


Em Macau, território autónomo onde o poder executivo do sistema político não é exercido pelo Partido Comunista Chinês, os trabalhadores exigiram os seus direitos enquanto marchavam com bandeiras da República Popular, as forças da autoridade regional atacaram os manifestantes.


Na Colômbia, os trabalhadores protestaram contra a ditadura uribista que já assassinou mais de 2000 sindicalistas. Em Bogotá, a repressão uribista causou 16 feridos e 219 detenções. Em Cali, agrediram-se jornalistas e também houve confrontos em Medellí e Bucaramanga.



Nas Honduras, a Frente Nacional de Resistência Popular convocou com os sindicatos uma grande manifestação de massas contra o governo marioneta e assassino de Porfírio Lobo, exigindo uma nova Constituinte e a tomada do poder pelo povo.


No El Salvador, os trabalhadores saíram à rua para reclamar o projecto de Socialismo que a Frente Farabundo Martí prometeu e que o seu líder Maurício Funes está a trair com a social-democracia e uma posição pró-imperialista.


No Nepal, onde os comunistas liderados por Prachanda derrubaram uma monarquia, começou um greve geral em todas as cidades deste país asiático para derrubar o governo, exigir uma Constituição democrática e proclamar a República Popular Federal do Nepal.


Na Rússia, numa manifestação do Primeiro de Maio convocada pelo Partido Comunista da Federação Russa, o seu secretário geral, o Camarada Zyuganov informou que em 2009 inscreveram-se 13 mil novos militantes e durante este ano já se registaram mais 6 mil militantes.


Nas Canárias, num grande exemplo de unidade, o Partido Comunista das Canárias, o Partido Comunista do Povo Canário e o Partido Revolucionário dos Comunistas Canários marcharam juntos contra o Capitalismo e pelo Socialismo.


Na Moldávia, o Partido Comunista Moldavo saiu à rua numa grande acção de massas em protesto contra o governo pró-Nato e pró-capitalista.


Assim, quando os trabalhadores ripostam as ofensivas de que são alvo pode-se dizer: Há Esperança!

- informações retiradas do Civilizacion Socialista.

"O teu sorriso é a minha primavera"

domingo, 2 de maio de 2010

Porque o fazemos

Este fim-de-semana foi especialmente ocupado a fazer acções que respeitam o futuro da classe trabalhadora e a edificação da sociedade mais justa, fraterna e solidária. A participação na manifestação dos trabalhadores do 1º de Maio levou as reivindicações dos assalariados do distrito às ruas e avenidas de Leiria. Hoje, realizou-se na Nazaré uma recolha de assinaturas e distribuição de panfletos no âmbito da campanha «Paz Sim, Nato Não».

Porque é que um comunista dedica tempo da sua vida a acções que beneficiam a classe, em vez de a si mesmo. A resposta é Orgulho de Classe!