
Trabalhadores asiáticos imigrados na Grécia a protestar nas manifestações populares com o seu sindicato de classe, a Força Militante dos Trabalhadores Gregos (PAME).
«Veio enfim um tempo em que tudo o que os homens tinham olhado como inalienável se tornou objecto de troca, de tráfico, e podia alienar-se. É o tempo em que as próprias coisas que até então eram comunicadas, mas nunca trocadas; dadas, mas nunca vendidas; adquiridas, mas nunca compradas – virtude, amor, opinião, ciência, consciência, etc. – em que tudo enfim passou para o comércio. É o tempo da corrupção geral, da venalidade universal» - Karl Marx

Segundo um estudo da organização Save the Children, Portugal é um melhor país para uma mulher ser mãe do que os Estados Unidos. No que toca a ser-se criança em Portugal, ocupamos a oitava posição.
Em Macau, território autónomo onde o poder executivo do sistema político não é exercido pelo Partido Comunista Chinês, os trabalhadores exigiram os seus direitos enquanto marchavam com bandeiras da República Popular, as forças da autoridade regional atacaram os manifestantes.
Na Colômbia, os trabalhadores protestaram contra a ditadura uribista que já assassinou mais de 2000 sindicalistas. Em Bogotá, a repressão uribista causou 16 feridos e 219 detenções. Em Cali, agrediram-se jornalistas e também houve confrontos em Medellí e Bucaramanga.
Nas Honduras, a Frente Nacional de Resistência Popular convocou com os sindicatos uma grande manifestação de massas contra o governo marioneta e assassino de Porfírio Lobo, exigindo uma nova Constituinte e a tomada do poder pelo povo.
No El Salvador, os trabalhadores saíram à rua para reclamar o projecto de Socialismo que a Frente Farabundo Martí prometeu e que o seu líder Maurício Funes está a trair com a social-democracia e uma posição pró-imperialista.
No Nepal, onde os comunistas liderados por Prachanda derrubaram uma monarquia, começou um greve geral em todas as cidades deste país asiático para derrubar o governo, exigir uma Constituição democrática e proclamar a República Popular Federal do Nepal.
Na Rússia, numa manifestação do Primeiro de Maio convocada pelo Partido Comunista da Federação Russa, o seu secretário geral, o Camarada Zyuganov informou que em 2009 inscreveram-se 13 mil novos militantes e durante este ano já se registaram mais 6 mil militantes.
Nas Canárias, num grande exemplo de unidade, o Partido Comunista das Canárias, o Partido Comunista do Povo Canário e o Partido Revolucionário dos Comunistas Canários marcharam juntos contra o Capitalismo e pelo Socialismo.
Na Moldávia, o Partido Comunista Moldavo saiu à rua numa grande acção de massas em protesto contra o governo pró-Nato e pró-capitalista.
Assim, quando os trabalhadores ripostam as ofensivas de que são alvo pode-se dizer: Há Esperança!