sábado, 18 de setembro de 2010

Umas simples palavras


Camaradas, com um afastamento forçado das lides cibernéticas até (espero eu...) segunda ou terça-feira, deixo-vos entretanto com umas simples palavras: a nossa luta e o seu reforço faz-se junto das massas, expondo as nossas ideias, propostas e projecto político no contacto face a face com o povo e os trabalhadores.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Quando se lembrarem de nós...


Já hoje ouvi falar em «geração perdida» e «geração esquecida» umas poucas vezes e agora que me recordo, desde o início da crise tenho ouvido estas expressões com frequência. A questão fica. Quando é que os jovens passam a merecer maior atenção do que um artigo ou dois num jornal da imprensa dominante, inflando a pseudo-intelectualice de algum jornalista com o seu adjectivar da juventude?

Entretanto ouvi a líder da Confederação Europeia de Sindicatos e da Organização Internacional do Trabalho falar de acordos entre trabalhadores e empregadores para criar mais emprego e um secretário de estado qualquer a promover o empreendedorismo.

Alguém com dois dedos de testa percebe que a juventude está tramada com esta cambada. Será que só se vão lembrar de nós quando caminharmos seguros do que queremos e o que quisermos não os envolver a eles nem ao sistema que representam?

sábado, 11 de setembro de 2010

Este é o tempo da firmeza dos princípios!


Quando o Capital começa a reparar que os estímulos vários não conseguiram resolver consequentemente as contradições inerentes ao sistema capitalista e que a economia entra num período de estagnação e quando as revoltas populares surgem de vários pontos do planeta cada vez mais fortes e desejosas de um mundo novo, então a Burguesia tudo fará para manter o seu poder, recorrendo a qualquer barbárie que for necessário.


Nestes tempos e nos tempos futuros, a fidelidade e o aprofundamento do estudo dos princípios do Marxismo-Leninismo, a ciência da Revolução, é fulcral para que as próximas gerações humanas possam construir um mundo onde governe a solidariedade, a cooperação e a amizade entre os povos. Isto é, o Socialismo em direcção ao Comunismo.

A Festa vive-se!


Esta foi a minha primeira Festa do Avante! e as conclusões mais sinceras que retiro dela é que a Festa, mais do que ser descrita, vive-se! O convívio, o espírito aberto e de solidariedade que pautam os momentos humanos, a sensação de que naquele espaço existe todo um mundo para conhecer, a arte e os concertos para disfrutar, o trabalho que prestamos voluntariamente para que a Festa funcione e acima de tudo, o orgulho que um comunista sente ao ver a festa do Partido receber muitos e muitos milhares de pessoas.

Se tudo correr bem, para o ano lá estarei!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Estarei por aqui


De dia 2 a dia 6 estarei por aqui. Espero encontrar-vos lá! Até já e Boa Festa!

terça-feira, 31 de agosto de 2010

A caminhar a largos passos



O aviso do camarada do PCV, Carolus Wimmer, sobre um golpe de estado oculto na administração estado-unidense mostra-nos que esta superpotência poderá estar a seguir o mesmo caminho dos regimes mais tenebrosos que se estabeleceram na História.

Quem estudar a implantação do nazismo na Alemanha, o fascismo na Itália ou no Japão irá reparar que os ingredientes para a formação destas ditaduras foram uma forte promiscuidade entre o aparelho militar, o complexo industrial e o Estado, mesclados num nacionalismo acérrimo acicatado por uma crise económico-financeira que espalhava a miséria pelo povo e fez tremer os interesses da Burguesia.

Ainda é cedo para saber para onde se dirige a América, mas o seu acentuado declínio como Império e o surgimento do movimento de extrema-direita Tea Party não augura nada de positivo, num país, que como vemos no vídeo, vemos o desemprego e as más condições de vida espalharem-se como um vírus necrosante.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Cuba alfabetiza 19 200 argentinos

O programa de alfabetização, "Yo, sí puedo" lançado por Cuba na Argentina conseguiu ensinar 19 200 pessoas a ler e escrever.

Reconhecendo a importância da inclusão social num país desfigurado por uma ditadura militar em que o Mercado Livre massacrou o povo durante 17 anos (1966-1983), o programa cubano implentou-se em 10 províncias e 28 municípios, matriculando cerca de 800 mil pessoas.

Claudia Camba, a presidenta da Fundação Un Mundo Mejor es Posible, afirma que nos primeiros tempos do programa, em 2003, eram os cubanos que tinham de ir bater à porta das autoridades municipais e que agora acontece o contrário.

Apesar da boa vontade a falta de atenção dada pelo governo argentino não possibilitou a concretização de melhores resultados.

Cuba vem deste modo provar, mais uma vez, que uma pátria socialista é património e conquista de toda a Humanidade.