terça-feira, 21 de setembro de 2010

Francisco Lopes, um candidato de classe

Para o presidente da República seria importante haver uma convergência de esquerda?

A questão da convergência é interessante, mas para mim aquela que se coloca sempre é: convergência em torno de quê? O projecto de ruptura com a política de direita implica que o poder político não esteja controlado pelo poder económico e pelos grandes grupos económicos e financeiros. Que é o que acontece ao longo destas últimas décadas, quando respondeu bem a esses interesses porque em momentos de crise e de combate ao défice esses grupos têm sempre lucros elevadíssimos e crescem. A questão da convergência coloca-se sempre em primeiro lugar em torno de um programa de mudança que responda às necessidades dos trabalhadores e de Portugal.

- o resto da entrevista aqui.

domingo, 19 de setembro de 2010

Sobre a actualidade e a correlação de forças


A aplicação do visto prévio aos orçamentos dos Estados-Membros representa o solidificar da União Europeia como um órgão de monitorização e controlo económico e político dos povos europeus e da sua classe trabalhadora.

A construção da UE como uma instituição reaccionária e que concentra os interesses económicos e financeiros numa burocracia vinculada a um projecto federalista que esvazia a democracia de conteúdo e inutiliza as lutas dos trabalhadores ao colocar os principais centros de decisão na Comissão Europeia, só obriga os partidos comunistas a incitar à luta popular contra a União Europeia do Capital e a construção de uma outra Europa, regida pelos trabalhadores e suas forças políticas de classe, baseada na edificação do Socialismo e construção gradual do Comunismo.

O Marxismo-Leninismo não se esgota na semântica inflamada mas vive-se na prática da ligação às massas, procurando reconhecer os seus anseios, para a partir daí construir uma frente popular comprometida com os interesses do povo.

A ruptura patriótica e de esquerda representada pela candidatura presidencial de Francisco Lopes é a única que combate consequentemente a ofensiva da grande burguesia (inter)nacional aos trabalhadores portugueses e propõe a passagem à construção de outro projecto de sociedade, mais justa e solidária, baseada no conhecimento científico da realidade social e económica.

sábado, 18 de setembro de 2010

Umas simples palavras


Camaradas, com um afastamento forçado das lides cibernéticas até (espero eu...) segunda ou terça-feira, deixo-vos entretanto com umas simples palavras: a nossa luta e o seu reforço faz-se junto das massas, expondo as nossas ideias, propostas e projecto político no contacto face a face com o povo e os trabalhadores.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Quando se lembrarem de nós...


Já hoje ouvi falar em «geração perdida» e «geração esquecida» umas poucas vezes e agora que me recordo, desde o início da crise tenho ouvido estas expressões com frequência. A questão fica. Quando é que os jovens passam a merecer maior atenção do que um artigo ou dois num jornal da imprensa dominante, inflando a pseudo-intelectualice de algum jornalista com o seu adjectivar da juventude?

Entretanto ouvi a líder da Confederação Europeia de Sindicatos e da Organização Internacional do Trabalho falar de acordos entre trabalhadores e empregadores para criar mais emprego e um secretário de estado qualquer a promover o empreendedorismo.

Alguém com dois dedos de testa percebe que a juventude está tramada com esta cambada. Será que só se vão lembrar de nós quando caminharmos seguros do que queremos e o que quisermos não os envolver a eles nem ao sistema que representam?

sábado, 11 de setembro de 2010

Este é o tempo da firmeza dos princípios!


Quando o Capital começa a reparar que os estímulos vários não conseguiram resolver consequentemente as contradições inerentes ao sistema capitalista e que a economia entra num período de estagnação e quando as revoltas populares surgem de vários pontos do planeta cada vez mais fortes e desejosas de um mundo novo, então a Burguesia tudo fará para manter o seu poder, recorrendo a qualquer barbárie que for necessário.


Nestes tempos e nos tempos futuros, a fidelidade e o aprofundamento do estudo dos princípios do Marxismo-Leninismo, a ciência da Revolução, é fulcral para que as próximas gerações humanas possam construir um mundo onde governe a solidariedade, a cooperação e a amizade entre os povos. Isto é, o Socialismo em direcção ao Comunismo.

A Festa vive-se!


Esta foi a minha primeira Festa do Avante! e as conclusões mais sinceras que retiro dela é que a Festa, mais do que ser descrita, vive-se! O convívio, o espírito aberto e de solidariedade que pautam os momentos humanos, a sensação de que naquele espaço existe todo um mundo para conhecer, a arte e os concertos para disfrutar, o trabalho que prestamos voluntariamente para que a Festa funcione e acima de tudo, o orgulho que um comunista sente ao ver a festa do Partido receber muitos e muitos milhares de pessoas.

Se tudo correr bem, para o ano lá estarei!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Estarei por aqui


De dia 2 a dia 6 estarei por aqui. Espero encontrar-vos lá! Até já e Boa Festa!