segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Até quando seremos saco de pancada dos "Mercados" - Greve Geral 24 de Novembro!






24 de Novembro, grande dia de luta dos trabalhadores portugueses contra os "mercados" e os seus serviçais políticos e mediáticos.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Sábado, Dia 20, Manifestação «Paz Sim! Nato Não!»



Mobilização contra a Barbárie Imperialista, a face bélica do Capital.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Todos por um Sahara livre!


«Desencadeado na sequência de reiteradas e inaceitáveis violações da legalidade e dos mais elementares direitos humanos e realizado quando se tentava o reatamento de negociações informais entre a Frente Polisário e o Reino de Marrocos, este ataque - que assumiu tenebrosos contornos e provocou vários mortos e feridos, incluindo crianças e idosos - é um particularmente grave exemplo da política de repressão e de terror de Marrocos e mais uma prova do constante bloqueio das autoridades marroquinas a um verdadeiro e justo processo de paz e de negociação com o povo do Sahara ocidental e os seus legítimos representantes – a Frente Polisário.»

- resto do texto.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Há 93 anos começou um novo capítulo da Humanidade...



...que todos os dias nos impele a continuá-lo. Viva a Grandiosa Revolução Socialista de Outubro!

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Questionam?! Mas quem?


Se há expressão que de tão repetida dentro em pouco se irá converter em axioma é a de que a democracia nunca foi tão questionada como hoje. É ver nas colunas de opinião e lá estão as catatuas engasgadas do regime mencionando uma ameaça abstracta sobre a democracia portuguesa.

A questão é...mas quem questiona? Será que estes ilustres desconhecidos a quem são dadas páginas inteiras nos jornais ou imagem e voz nas televisões andam aí pelas ruas, cafés e locais de trabalho a perguntar a quem passa se deseja o fim da democracia? Ou se queriam uma "democracia musculada"?

Quem é que lhes diz que questiona a democracia? Realmente acreditam que os bitaites contra os "políticos" de gente que não milita para lá do balcão do café nem se organiza noutra instituição além dos clubes de futebol contam para alguma coisa? Esses, se questionados a fundo, logo abandonam a postura altaneira pela covardia de quem fala sem pensar e admitem que não se revendo em quem nos tem governado não põem em causa a democracia.

Por isso, mais uma vez pergunto, quem é que dentro do povo questiona a democracia?

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Mundo Ocidental, Farsa Ocidental, Estupidez do Capital


E os premiados foram um senhor que acredita que a China devia voltar a ser uma colónia ocidental durante 300 anos até se tornar «uma sociedade decente», um escritor que se candidatou a presidência do seu país com um projecto neoliberal e três economistas que edificaram uma teoria económica baseada nas mesmas ideias que nos levaram à crise actual.

Estamos falados.

Sobre os sucessivos impedimentos à acção politica da JCP



«A JCP, na sua actividade regular, encontra-se todos os dias na rua a afirmar o seu ideal e a justeza das suas reivindicações em variadíssimas formas de propaganda. Na conversa, no documento, nos cartazes, nas inscrições nas paredes, todas estas formas são armas legitimas de divulgação de ideias, não só para a JCP mas para todas as organizações politicas e associações para chegar junto dos portugueses, em particular da juventude.

Foi assim consagrado com a Revolução de Abril tanto na Constituição da República Portuguesa como na actual Lei da Propaganda e é assim até hoje. O direito à propaganda politica não está indissociável da luta de gerações de portuguesas pelo direito à liberdade de expressão.

A Juventude Comunista Portuguesa tem-se deparado com inúmeras tentativas de impedimento à sua acção, por via da actuação abusiva das forças de segurança e de outras estruturas, que correspondendo a uma orientação do governo e do Ministério da Administração Interna, que negando a lei, actuam ilegitimamente sobre as nossas acções de propaganda.

Tentativas de impedimento de distribuições de documentos , de colagem de cartazes de afirmação politica pela via de pinturas de murais, são exemplos claros de restrições à acção politica da JCP. Uma acção que nas ultimas semanas voltou a ter novos desenvolvimentos.

No passado dia 15 de Outubro de 2010, em que vários militantes da Juventude Comunista Portuguesa viram, mais uma vez, ser impedida a pintura de um mural junto à Rotunda das Olaias, em Lisboa. A pintura do mural, com a inscrição “Vem para a luta, por uma Escola Pública e Democrática / JCP com os estudantes na luta por melhores condições materiais e humanas na António Arroio”, já tinha sido impedida dois dias antes, chegando mesmo os Agentes da PSP a deterem e insultarem os militantes, obrigando-os a despirem-se com o argumento que procuravam drogas e retendo-os durante várias horas na esquadra.

No passado dia 16 de Outubro, em Lisboa, identificaram duas militantes da JCP e apreenderam o material usado nas pinturas, alegando constituir crime público. No entanto, a pintura de murais em local público está prevista na Lei 97/88 de 17 de Agosto e no Parecer do Tribunal Constitucional sobre essa mesma lei, legitimando o seu exercício e condenando o seu impedimento. Voltando acontecer o mesmo numa outra pintura de mural no dia seguinte, também em Lisboa.

No passado dia 22 de Outubro, no concelho de Leiria, a PSP levou para a esquadra um militante da JCP por este estar a colar cartazes. Tentando obrigar os nossos militantes a retirar os cartazes e confrontados com a lei, os agentes da PSP, que nem sequer apresentaram identificação, agarraram o militante da JCP pelo pescoço, algemaram-no e levaram-no para a esquadra para identificação.

A JCP continuará a denunciar estes casos mas acima de tudo resistirá reforçando a sua acção e afirmação politica. Continuaremos a colar cartazes, a distribuir documentos e a pintar murais, continuaremos a mobilizar a juventude pela defesa dos seus direitos e aspirações. 26-Out-2010»

- Comunicado da Juventude Comunista Portuguesa.